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Qual o objetivo deste blog?

Minha preocupação e alertar a sociedade para a importância de preservar uma área verde essencial para São Paulo, como o Parque Estadual da Cantareira, tombado no final do século XIX, e a Região Metropolitana de São Paulo. Lutamos para impedir a destruição dos recursos naturais no país.

Estamos vivendo um conflito entre desenvolvimento e conservação nesta área da cidade. Ha inúmeras contradições entre a legislação ambiental vigente e os interesses econômicos e políticos envolvidos.

Pretendo sensibilizar a todos sobre a urgência de mudança de atitude na sociedade, frente à necessidade da preservação ambiental.

(digo eu)

EU RECLAMEI PARA A NASA. SOLICITEI O MONITORAMENTO DA MATA, MELHOR DIZENDO, DA MAIOR FLORESTA URBANA ÚMIDA DO MUNDO, TOMBADA PELA UNESCO, PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE E PROTEGIDA PELO ART. 225 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.

The Serra da Cantareira is a Brazilian mountain range located north of the city of São Paulo, with a 64,800 hectares of area. 23 includes the municipalities of São Paulo, Guarulhos, Mairiporã and Caieiras, separated by the Serra da Pirucaia.
 
Its southern slope belongs to the Parque Estadual da Cantareira, recently with 7,916 acres-the equivalent of 8 thousand football fields. Also has rigid rules of preservation of native Atlantic forest, carrying few trails.
 
Conceição Aparecida Santos
 
e-mail: conceicao.a.santos@me.com
 
Tel.: 55 (0xx11) 9 9779-8044
 
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In defense of the Serra da Cantareira, North of the State of Sao Paulo, Brazil.
 
It is the world’s largest urban forest wet, by UNESCO,
 
World Heritage site and protected by art. 225 of CF88.

 

A QUEM RECLAMAR SOBRE O TRECHO NORTE DO RODOANEL NO BRASIL

A Desenvolvimento Rodoviário S. A. (Dersa),é a empresa estadual que vai executar a obra do Rodoanel Norte.

A QUEM RECLAMAR

Governo de São Paulo
http://www.ouvidoria.sp.gov.br
ouvidoria@casacivil.sp.gov.br
(11) 3337-5463

Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)
0800-610300
ouvidoria@antt.gov.br
antt@antt.gov.br

Ministro Joaquim Barbosa toma posse em novembro de 2012 como presidente do Supremo Tribunal Federal, por maioria dos votos. Desfruta de reputação ilibada no âmbito da sociedade, reconhecida idoneidade moral, pessoa íntegra, sem mancha, incorrupta. Relator da Ação Penal 470. Todo brasileiro deve se orgulhar de ter um representante no Parlamento como o Ministro Joaquim Barbosa, sem desconsiderar os demais. (meu comentário).

Voto nulo e branco: Diferenças entre os dois e a obrigatoriedade do voto.

Alguns meses antes das últimas eleições presidenciais, em 2006, circulou na internet um boato de que elas seriam anuladas, no caso de mais da metade dos votos apurados serem votos nulos. O então presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marco Aurélio Mello, se apressou em deixar bem claro que isso não passava de boato.

Em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, da “Folha de S. Paulo”, em 6 de setembro de 2006, o ministro declarou que não há lei que contenha essa regra e que ela também inexiste na Constituição. De fato, a Lei 9.504/97, que estabelece as normas para as eleições no país, deixa claro em seus artigos 2 e 5 que se contam somente os votos válidos, excluídos os brancos e nulos.

Por válidos, entendem-se aqueles dados aos candidatos regularmente inscritos no pleito. Vale a pena ressaltar, então, que a legislação em vigor igualou os votos brancos e nulos que, anteriormente, não eram a mesma coisa. Antes da vigência dessa lei, nas eleições proporcionais (para cargos no poder Legislativo), os votos brancos e nulos tinham significados e efeitos diferentes.

Voto branco e voto nulo

O voto em branco era uma espécie de “tanto faz” por parte do eleitor, que cedia seu voto aos candidatos que obtivessem maioria. Já o voto nulo era, na verdade, um voto de protesto. Significava que o eleitor não referendava a eleição por considerá-la ineficaz ou inexpressiva da sua vontade.

Por isso, o movimento estudantil fez uma campanha pelo voto nulo em 1970, num dos momentos mais violentos do regime militar que vigorava no país. A lógica por trás da campanha era a de que as eleições para cargos legislativos serviam apenas para dar uma aparência democrática à ditadura, que proibira, por outro lado, as eleições para os cargos executivos (presidente, governador e prefeitos das cidades grandes).

Naqueles tempos, portanto, o voto nulo não deixava de ser uma escolha política. Nesse sentido, as origens do voto nulo remontam ao movimento anarquista da virada dos séculos 19 e 20. Por alimentar o sonho de uma sociedade autogerida, que prescindida de Estado, o anarquismo considerava que votar nulo era uma forma de se recusar a entregar a própria liberdade nas mãos de um líder ou de qualquer autoridade.

Cacareco e macaco Tião
Por falar em anarquistas, vale lembrar que o espírito gozador do povo brasileiro costumava se manifestar com criatividade no momento da anulação dos votos. Em 1958, o hipopótamo Cacareco, recém adquirido pelo Zoológico paulista, foi a opção da maioria dos que optaram por anular o seu voto para vereador no município de São Paulo.

Da mesma maneira, em 1988, os integrantes do grupo Casseta & Planeta lançaram com relativo sucesso a candidatura do macaco Tião, do Zoológico do Rio de Janeiro, para prefeito da cidade. Hoje, com a urna eletrônica, esse tipo de deboche já não é possível. Quem quiser anular seu voto deve teclar um número inexistente – o que pode acontecer também por um erro na hora de manipular o teclado.

Direito ou dever?

Sobre o ato de votar, porém, há uma questão mais interessante a ser colocada e que o Datafolha apresentou em pesquisa de intenções de voto realizada em 22 de agosto de 2006. Afinal, o voto é um direito ou um dever do cidadão? Se é um direito, como acredita um número expressivo de juristas, ele deveria ser facultativo e não obrigatório.

A pesquisa do Datafolha constatou que 50% dos brasileiros são contra o voto obrigatório, 45% a favor, 4% indiferentes e 1% não sabem o que dizer sobre o assunto. O assunto é de fato controverso e deve estar em pauta no caso de se proceder efetivamente a reforma política de que o Brasil tanto necessita.

Aqui, o voto foi tornado obrigatório e considerado um “dever cívico” a partir da Constituição de 1934. Isso, porém, tinha um motivo bem prático: acabar com as fraudes eleitorais da República Velha, em que o alistamento eleitoral era determinado pelos coroneis e chefes políticos locais.

Em democracias de peso como os Estados Unidos, o Reino Unido e a França, o voto é facultativo. Por outro lado, em países não menos democráticos como a Austrália, a Itália e a Bélgica também vigora, como aqui, a obrigatoriedade do voto.

Antonio Carlos Olivieri, Da Página 3 Pedagogia & Comunicação é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação. olivieri@pagina3ped.com

Fonte: educacao.uol.com.br

A Importância do voto


O eleitor, na hora de votar, deve escolher bons candidatos.

O voto é um direito de todos os seres humanos que vivem em regime democrático, que consiste em escolher individualmente o candidato que assumirá a representação de toda a sociedade.

Para determinar o candidato a ser votado, as pessoas precisam avaliar seus planos e projetos para melhorias na região. A conscientização da população para o voto justo e incorruptível é uma boa maneira de diminuir a quantidade de pessoas subornadas e compradas ilegalmente, e o policiamento nos locais de votação.

Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório para todas as pessoas alfabetizadas com idade entre 18 e 70 anos, ele contribui para eleger uma pessoa de forma legal, já que a lei prevê que uma pessoa somente poderá assumir cargos governamentais se elegidos com maior número de votação. É importante que o voto seja realizado a partir da satisfação do eleitor no candidato e nas possibilidades de melhoria, pois o voto não deve ser visto como uma troca de favores, quando o eleitor vota e ganha com isso dinheiro, cesta básica, brinquedos, asfalto e outras coisas.

A compra de votos é ilegal, bem como a boca de urna, onde um representante de determinado candidato tenta convencer as pessoas a elegê-lo. Vale lembrar que uma pessoa capaz de utilizar de suborno e compra de votos não será um bom representante da nação ou região, pois a corrupção se mostra antes mesmo da posse do cargo público, já que busca se promover através de métodos ilegais.

No período de votação é necessário assistir o planejamento feito por cada candidato e ainda atentar para os debates feitos em emissoras de TV, pois tais debates revelam muito sobre cada candidato.

Por Gabriela Cabral

Fonte: www.brasilescola.com