
Fonte: https://aboutus.godaddy.net/newsroom/overview/default.aspx
Reprodução Instagram @law.letter
Encaminhado:

Exmo. Ministro da Saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha

Clique aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/ministro
Exmo. Secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Eleuses Paiva

Clique aqui: https://www.saude.sp.gov.br/ses/institucional/gabinete/secretario
Na condição de cidadã e porta-voz de dezenas de pacientes, mães e familiares de pacientes, assistidos pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPQ/HCFMUSP) e pelo AME Maria Zélia, solicitamos a regularização imediata do estoque de Clozapina nas farmácias do IPQ e AME Maria Zélia, e esclarecimento formal sobre qual das esferas (Federal ou Estadual) está gerando o gargalo logístico ou financeiro que interrompeu o fluxo de entrega.
Há semanas, essas famílias enfrentam o desabastecimento crônico da Clozapina, um medicamento de alto custo essencial, cuja interrupção abrupta do tratamento acarreta riscos severos, regressão clínica e internamentos de urgência.
Sabemos que o fornecimento de Medicamentos de Alto Custo (CEAF) depende do cumprimento estrito do pacto federativo: o Ministério da Saúde deve garantir a aquisição e o repasse regular, e a Secretaria de Estado da Saúde deve gerenciar a logística e a entrega rápida nos polos de dispensação.
No SUS, o Ministério da Saúde financia e adquire os medicamentos, enquanto a Secretaria Estadual de Saúde do Estado de São Paulo a distribui.
Se falta na ponta (IPQ e Maria Zélia), a falha é de gestão e comunicação entre as duas esferas. Há no meu entendimento, uma responsabilidade solidária e humanitária.
Por trás do atraso logístico existem mães desesperadas e pacientes em risco e regressão no tratamento.
Diante da gravidade da situação de vulnerabilidade dessas famílias, que não possuem recursos para arcar com o custo privado da medicação, solicitamos:
O SUS foi desenhado para proteger a vida e a dignidade humana.
Aguardamos um posicionamento urgente e efetivo para salvar a saúde desses pacientes.
Atenciosamente,
CAS
Reprodução Instagram @law.letter
Tratamento de saúde não pode esperar: Cadê os medicamentos de alto custo?
Quem depende do SUS e de medicamentos de alto custo sabe que cada dia sem o remédio é uma batalha pela vida.
Hoje decidi cobrar as autoridades sobre a falta de medicamentos de alto custo pelo SUS (Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde), uma realidade devastadora para milhares de famílias.
Diante do cenário alarmante de desabastecimento de medicamentos de alto custo geridos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, exerci meu papel de cidadã e exigi esclarecimentos oficiais.
Para garantir que a cobrança chegasse às autoridades certas e com impacto real, enviei os e-mails diretamente para os canais institucionais do Ministério da Saúde (responsável pelo setor de Medicamentos de Alto Custo) e para a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.
Além disso, fiz questão de colocar em cópia as maiores unidades de dispensação da ponta: a Ouvidoria do IPQ e o AME Maria Zélia, que atendem diretamente esses pacientes.
Tornar essa resposta pública é uma excelente forma de trazer transparência, cobrar responsabilidade e dar voz a uma causa tão urgente.
A saúde é um direito constitucional, e a burocracia ou a falta de gestão não podem custar vidas.
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo me respondeu oficialmente e confirmou o que temíamos: Houve sim desabastecimento.
O que eles alegam:
Culpa do Ministério da Saúde: O Estado alega que o Ministério da Saúde (responsável por comprar o remédio) entregou os lotes de forma parcelada, desfalcando o estoque das farmácias de alto custo.
Promessa para Junho: Afirmam que o monitoramento é permanente e que o cronograma de abastecimento de junho está previsto para se regularizar, com tentativas de antecipar entregas.
A minha pergunta é: E como ficam os pacientes que ficaram sem o remédio no período em que eles falharam na logística? A saúde e a mente das pessoas não esperam o “cronograma” da burocracia governamental.
Compartilho essa resposta para dar transparência e municiar os pacientes e familiares. Não aceitem desculpas burocráticas: cobrem a regularização imediata nas farmácias do Estado!
Veja abaixo como foi feita minha cobrança cidadã e cirúrgica hoje, 12/06/26, às 06:55, ao Ministério da Saúde e Secretária Estadual de Saúde em São Paulo:


O retorno obtido pelas pastas responsáveis afirma o seguinte:



Trazer essa resposta a público não é apenas um ato de compartilhamento de informação, mas um chamado à ação. A interrupção ou o atraso na entrega desses fármacos compromete o sucesso terapêutico e a dignidade de centenas de pacientes. Exigimos que os fluxos de distribuição sejam normalizados imediatamente.
Compartilho isso para que mais pessoas saibam o que está acontecendo e para que a cobrança continue. A saúde é um direito de todos!
Continuaremos cobrando respostas claras e, acima de tudo, eficientes e eficazes.
https://www.gov.br/saude/pt-br
Acesse: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular/contatos
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