16/11/2020 – ELEIÇÕES 2020 – “VOCÊ SABIA? QUE O SEU PAPEL COMO ELEITOR NÃO ACABA COM O TÉRMINO DAS ELEIÇÕES? A PALAVRA FIM QUE APARECE NA URNA ELETRÔNICA É APENAS UM AVISO PARA VOCÊ DESOCUPAR A CABINE ELEITORAL. A PARTIR DESSE MOMENTO COMEÇA O SEU PAPEL COMO CIDADÃO PELOS PRÓXIMOS 4 ANOS.” FONTE: MEMÓRIA VOTORANTIM

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2020

GUIA DO VOTO

15/06/2026 – 💊 Cobrança Urgente: Desabastecimento de Clozapina na Rede Pública de São Paulo (IPQ e AME Maria Zélia)

Encaminhado:

Exmo. Ministro da Saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha

Clique aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/ministro

Exmo. Secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Eleuses Paiva

Clique aqui: https://www.saude.sp.gov.br/ses/institucional/gabinete/secretario

Na condição de cidadã e porta-voz de dezenas de pacientes, mães e familiares de pacientes, assistidos pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPQ/HCFMUSP) e pelo AME Maria Zélia, solicitamos a regularização imediata do estoque de Clozapina nas farmácias do IPQ e AME Maria Zélia,  e esclarecimento formal sobre qual das esferas (Federal ou Estadual) está gerando o gargalo logístico ou financeiro que interrompeu o fluxo de entrega.

Há semanas, essas famílias enfrentam o desabastecimento crônico da Clozapina, um medicamento de alto custo essencial, cuja interrupção abrupta do tratamento acarreta riscos severos, regressão clínica e internamentos de urgência.

Sabemos que o fornecimento de Medicamentos de Alto Custo (CEAF) depende do cumprimento estrito do pacto federativo: o Ministério da Saúde deve garantir a aquisição e o repasse regular, e a Secretaria de Estado da Saúde deve gerenciar a logística e a entrega rápida nos polos de dispensação.

No SUS, o Ministério da Saúde financia e adquire os medicamentos, enquanto a Secretaria Estadual de Saúde do Estado de São Paulo a distribui. 

Se falta na ponta (IPQ e Maria Zélia), a falha é de gestão e comunicação entre as duas esferas. Há no meu entendimento, uma responsabilidade solidária e humanitária.

Por trás do atraso logístico existem mães desesperadas e pacientes em risco e regressão no tratamento.

Diante da gravidade da situação de vulnerabilidade dessas famílias, que não possuem recursos para arcar com o custo privado da medicação, solicitamos:

  1. A regularização imediata do estoque de Clozapina nas farmácias do IPQ e AME Maria Zélia.

  2. Esclarecimento formal sobre qual das esferas (Federal ou Estadual) está gerando o gargalo logístico ou financeiro que interrompeu o fluxo de entrega.

O SUS foi desenhado para proteger a vida e a dignidade humana. 

Aguardamos um posicionamento urgente e efetivo para salvar a saúde desses pacientes.

Atenciosamente,

CAS 

12/06/2026 – 💊 CARTA ABERTA À POPULAÇÃO: A RESPOSTA DAS AUTORIDADES SOBRE A FALTA DE MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO

Tratamento de saúde não pode esperar: Cadê os medicamentos de alto custo?

Quem depende do SUS e de medicamentos de alto custo sabe que cada dia sem o remédio é uma batalha pela vida. 

Hoje decidi cobrar as autoridades sobre a falta de medicamentos de alto custo pelo SUS (Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde), uma realidade devastadora para milhares de famílias.

Diante do cenário alarmante de desabastecimento de medicamentos de alto custo geridos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, exerci meu papel de cidadã e exigi esclarecimentos oficiais.

Para garantir que a cobrança chegasse às autoridades certas e com impacto real, enviei os e-mails diretamente para os canais institucionais do Ministério da Saúde (responsável pelo setor de Medicamentos de Alto Custo) e para a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Além disso, fiz questão de colocar em cópia as maiores unidades de dispensação da ponta: a Ouvidoria do IPQ e o AME Maria Zélia, que atendem diretamente esses pacientes.

Tornar essa resposta pública é uma excelente forma de trazer transparência, cobrar responsabilidade e dar voz a uma causa tão urgente.

A saúde é um direito constitucional, e a burocracia ou a falta de gestão não podem custar vidas. 

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo me respondeu oficialmente e confirmou o que temíamos: Houve sim desabastecimento.

O que eles alegam:

Culpa do Ministério da Saúde: O Estado alega que o Ministério da Saúde (responsável por comprar o remédio) entregou os lotes de forma parcelada, desfalcando o estoque das farmácias de alto custo.

Promessa para Junho: Afirmam que o monitoramento é permanente e que o cronograma de abastecimento de junho está previsto para se regularizar, com tentativas de antecipar entregas.

A minha pergunta é: E como ficam os pacientes que ficaram sem o remédio no período em que eles falharam na logística? A saúde e a mente das pessoas não esperam o “cronograma” da burocracia governamental.

Compartilho essa resposta para dar transparência e municiar os pacientes e familiares. Não aceitem desculpas burocráticas: cobrem a regularização imediata nas farmácias do Estado!

Veja abaixo como foi feita minha cobrança cidadã e cirúrgica hoje, 12/06/26, às 06:55, ao Ministério da Saúde e Secretária Estadual de Saúde em São Paulo:

O retorno obtido pelas pastas responsáveis afirma o seguinte:

Trazer essa resposta a público não é apenas um ato de compartilhamento de informação, mas um chamado à ação. A interrupção ou o atraso na entrega desses fármacos compromete o sucesso terapêutico e a dignidade de centenas de pacientes. Exigimos que os fluxos de distribuição sejam normalizados imediatamente.

Compartilho isso para que mais pessoas saibam o que está acontecendo e para que a cobrança continue. A saúde é um direito de todos!

Continuaremos cobrando respostas claras e, acima de tudo, eficientes e eficazes.

Contatos

Ministério da Saúde – Ouvidoria-Geral do SUS 136

https://www.gov.br/saude/pt-br

Acesse: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular/contatos

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

https://saude.sp.gov.br

Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar,188 – São Paulo – Fone (11) 3066 8000 – CEP 05403-000