Reprodução Instagram @metropoles.df
@metropoles
Reprodução Instagram @metropoles.df
@metropoles
“Vi o Rodoanel nascer.” Quando comecei este blog, há exatos 15 anos, essa frase ainda era uma projeção, um debate em audiências públicas e um conjunto de linhas traçadas em mapas técnicos.
Em 2011, a Serra da Cantareira vivia um tempo diferente. O silêncio das trilhas ainda não conhecia o som das perfuratrizes, e o horizonte de quem olhava das encostas era um mar de verde ininterrupto. Ao longo desta década e meia, este blog se tornou o diário de bordo dessa transformação.

O TRAÇADO DO TRECHO NORTE DO RODOANEL MÁRIO COVAS
O traçado do trecho norte do Rodoanel Mário Covas tem proximidade com a Serra da Cantareira, importante remanescente da Mata Atlântica na região metropolitana de São Paulo, uma das maiores florestas urbanas do mundo e parte da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo (RBCVSP).
Nesse período, fui testemunha ocular de marcos impressionantes:
➡️ Deslize à esquerda.

Celebrar 15 anos de notícias da Serra da Cantareira é celebrar a nossa vigilância. Informar sobre o Rodoanel nunca foi apenas falar de logística; foi falar de:
“Mesmo com o concreto cortando a mata, a alma da Cantareira permanece viva — e o nosso papel de informar, questionar e preservar continua mais urgente do que nunca.”
O Rodoanel “nasceu” e cresceu sob os olhos deste blog. Vi cada paralisação, cada retomada e cada polêmica.

Obrigado a você, que nos acompanha desde quando tudo era boato, e a você que chegou agora, com a rodovia já integrada à nossa paisagem. Seguimos atentos.
Reprodução Instagram @coronelhenguel
Reprodução Instagram @ouvidoriapoliciasp
Reprodução Instagram @acidigital
Reprodução Instagram @tarcisiogdf
Reprodução Instagram @metropoles.sp
Reprodução Instagram @estadao
@dr.buzaid