12/06/2026 – 💊 CARTA ABERTA À POPULAÇÃO: A RESPOSTA DAS AUTORIDADES SOBRE A FALTA DE MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO

Tratamento de saúde não pode esperar: Cadê os medicamentos de alto custo?

Quem depende do SUS e de medicamentos de alto custo sabe que cada dia sem o remédio é uma batalha pela vida. 

Hoje decidi cobrar as autoridades sobre a falta de medicamentos de alto custo pelo SUS (Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde), uma realidade devastadora para milhares de famílias.

Diante do cenário alarmante de desabastecimento de medicamentos de alto custo geridos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, exerci meu papel de cidadã e exigi esclarecimentos oficiais.

Para garantir que a cobrança chegasse às autoridades certas e com impacto real, enviei os e-mails diretamente para os canais institucionais do Ministério da Saúde (responsável pelo setor de Medicamentos de Alto Custo) e para a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Além disso, fiz questão de colocar em cópia as maiores unidades de dispensação da ponta: a Ouvidoria do IPQ e o AME Maria Zélia, que atendem diretamente esses pacientes.

Tornar essa resposta pública é uma excelente forma de trazer transparência, cobrar responsabilidade e dar voz a uma causa tão urgente.

A saúde é um direito constitucional, e a burocracia ou a falta de gestão não podem custar vidas. 

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo me respondeu oficialmente e confirmou o que temíamos: Houve sim desabastecimento.

O que eles alegam:

Culpa do Ministério da Saúde: O Estado alega que o Ministério da Saúde (responsável por comprar o remédio) entregou os lotes de forma parcelada, desfalcando o estoque das farmácias de alto custo.

Promessa para Junho: Afirmam que o monitoramento é permanente e que o cronograma de abastecimento de junho está previsto para se regularizar, com tentativas de antecipar entregas.

A minha pergunta é: E como ficam os pacientes que ficaram sem o remédio no período em que eles falharam na logística? A saúde e a mente das pessoas não esperam o “cronograma” da burocracia governamental.

Compartilho essa resposta para dar transparência e municiar os pacientes e familiares. Não aceitem desculpas burocráticas: cobrem a regularização imediata nas farmácias do Estado!

Veja abaixo como foi feita minha cobrança cidadã e cirúrgica hoje, 12/06/26, às 06:55, ao Ministério da Saúde e Secretária Estadual de Saúde em São Paulo:

O retorno obtido pelas pastas responsáveis afirma o seguinte:

Trazer essa resposta a público não é apenas um ato de compartilhamento de informação, mas um chamado à ação. A interrupção ou o atraso na entrega desses fármacos compromete o sucesso terapêutico e a dignidade de centenas de pacientes. Exigimos que os fluxos de distribuição sejam normalizados imediatamente.

Compartilho isso para que mais pessoas saibam o que está acontecendo e para que a cobrança continue. A saúde é um direito de todos!

Continuaremos cobrando respostas claras e, acima de tudo, eficientes e eficazes.

Contatos

Ministério da Saúde – Ouvidoria-Geral do SUS 136

https://www.gov.br/saude/pt-br

Acesse: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular/contatos

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

https://saude.sp.gov.br

Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar,188 – São Paulo – Fone (11) 3066 8000 – CEP 05403-000

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