27/05/2024 – 💊 A Sua Excelência a Senhora Nísia Verônica Trindade Lima, Ministra de Estado da Saúde

💊TUDO SOBRE: FALTA DE MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO NO AME MARIA ZÉLIA

Última atualização:

10/07/2024 – Continua no DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA EM SAÚDE – DLOG/SE/MS, que sugeriu encaminhamento ao DAF/SECTICS

Última atualização:

11/06/2024 – DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA EM SAÚDE – DLOG/SE/MS, que sugeriu encaminhamento ao DAF/SECTICS

Atualizado em 06/06/2024

29/05/2024 – Hoje, às 12:58, recebi uma ligação do gabinete da Senhora Ministra Nísia Verônica Trindade Lima, Ministra de Estado da Saúde.

Nesta ligação esclareci que chegou ao meu conhecimento, através de um grupo de WhatsApp, que a farmácia de alto custo AME MARIA ZÉLIA não estava disponibilizando medicamentos de alto custo, mais especificamente o medicamento “Clozapina”. Isso me sensibilizou, o que me fez ligar e enviar e-mails para o AME MARIA ZELIA, para maiores informações.

Partindo da resposta do AME, que se confirmou, fui buscando informações para saber exatamente de quem era a competência para abastecer as FMEs, chegando a conclusão nesse caso concreto, de que a responsabilidade é do Ministério da Saúde. A senhora Flávia com quem falei, informou que encaminhou a demanda para o DAF – Departamento de Assistência Farmacêutica do SUS, para esclarecimentos.

Estamos acompanhando e aguardando com o Ministério da Saúde a regularização do abastecimento.

Senhora Ministra,

Sirvo-me da presente para encaminhar a Vossa Excelência “print” do e-mail recebido da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica – Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, informando que a aquisição e distribuição do medicamento Clozapina 100mg para os estados é de responsabilidade do Ministério da Saúde (MS), e que esse órgão federal responde por 47% dos medicamentos do componente especializado (alto custo) fornecidos pelo SUS no estado de São Paulo.

O medicamento está com atraso de entrega pelo Ministério da Saúde, houve entrega parcial em 27/05/2024 referente a programação do 2º tri/24 – em processo de conferência e separação pelo Operador Logístico para posterior distribuição as FME’s.

Aguardando agendamento de entrega pelo Ministério da Saúde do restante da pauta do 2º TRI/24 junto ao almoxarifado central SES/SP – Aguardando previsão de entrega pelo Ministério da Saúde.

Atenciosamente

Conceição Aparecida Santos

Atualizado em 27/05/2024 – Segunda-feira – 12h31, e-mail recebido da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica (CAF) – Secretaria de Estado da Saúde

➡️Acesse o link: https://www.gov.br

Enviada para Brasília em 27/05/2024

10/06/2024 – 🏥 Ministério da Saúde, Sra. Ministra de Estado da Saúde, Nísia Verônica Trindade Lima

Situação atual:

Em 08/07/24 encaminhado para DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA E TEMÁTICA – DAET/DAES/MS, que sugeriu encaminhamento ao CGCAN – Coordenação-Geral da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer – CGCAN, subordinada ao Gabinete da SAES/MS. 

https://www.gov.br

CONTATOS

Esplanada dos Ministérios, Bloco G – 9º andar / CEP: 70058-900 – Brasília/DF
E-mail: cgcan@saude.gov.br
Telefones: (61) 3315-9042 / 6283

28/06/2024 – Situação atual: Aguardando resposta oficial do Ministério da Saúde

Situação em 17/06/2024: e-mail recebido pelo gabinete da Ministra em 14/06 e encaminhado para COACI, área competente do MS

14/06/2024 – Encaminhado para o gabinete da Ministra

https://www.gov.br/saude/pt-br

Sra. Ministra de Estado da Saúde, Nísia Verônica Trindade Lima,

A fim de esclarecimentos, sirvo-me da presente para solicitar a Vossa Excelência as seguintes informações e providências sobre cuidado oncológico.

O SUS é referência de saúde para o mundo, para várias doenças, inclusive o câncer, e tem profissionais altamente qualificados e especializados para tratar uma doença tão complexa e cara.

A medicina vem avançando com tratamentos mais eficazes e o acesso limitado a terapias mais avançadas não estão disponíveis no SUS.

Por que os medicamentos oncológicos aprovados no Brasil nos últimos dez anos, não estão disponíveis no SUS?

Por que a mortalidade do SUS é claramente maior do que para pacientes da rede privada?

Por que estamos deixando de curar pessoas com tumores altamente curáveis, por falta de remédios, falta de máquina de radioterapia, falta de cirurgiões e cirurgias, filas e etc.

https://www.serradacantareirahoje.com


E esses números vão ficando cada vez maiores. De acordo com o INCA: “São esperados 704 mil casos novos de câncer no Brasil para cada ano do triênio 2023-2025, com destaque para as regiões Sul e Sudeste, que concentram cerca de 70% da incidência.”

https://bvsms.saude.gov.br


https://bvsms.saude.gov.br

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer é a segunda doença que mais mata no mundo, com cerca de 9,6 milhões óbitos por ano e, nos próximos 25 anos, passará a ser a primeira. Um relatório da OMS sobre projeção de tumores mostra o surgimento de 12,4 milhões de novos casos por ano. No Brasil, segundo informações do INCA, esse número é de mais de 600 mil.

Quais são as soluções desse Ministério da Saúde em caráter de urgência, para diminuir essas diferenças (filas, falta de cirurgias e cirurgiões, falta de máquinas de radioterapia, etc), para que pacientes oncológicos que recebem tratamento pelo SUS não tenham sobrevida menor do que aqueles tratados na rede privada?

As políticas públicas são de responsabilidade do Ministério da Saúde (MS), órgão federal.

A pessoa com suspeita de diagnóstico do câncer no SUS tem que ter acesso eficiente e confortável a tudo que envolve a jornada da pessoa pelo caminho, uma jornada difícil e desafiadora.

Precisamos tratar essa doença de forma emergencial, porque o câncer não espera, e mais recursos para serviços de alta complexidade.

A lei tem que acontecer na prática na vida das pessoas, nas diferentes regiões do Brasil.



Atenciosamente 
Conceição Aparecida Santos