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Dersa recebe líderes comunitários e políticos de Guarulhos em reunião sobre traçado do Rodoanel Norte

Reivindicações dos moradores que seriam atingidos pelas obras do Rodoanel Norte foram atendidas

Em reunião realizada na manhã de hoje, A DERSA – Desenvolvimento Rodoviário S.A. recebeu lideranças comunitárias e políticos de Guarulhos, Grande São Paulo, para esclarecer questões sobre o traçado do Rodoanel Norte. O grupo solicitou que a DERSA agende nova reunião com moradores dos bairros de Guarulhos por onde passará a rodovia, para espécie de sessão tira-dúvidas.

“O objetivo dessa reunião é tranqüilizar a população e fornecer informações sobre o Rodoanel Norte, principalmente para a população da Vila União e bairros vizinhos”, disse a vereadora Luíza Cordeiro. Ela estava acompanhada dos colegas de Câmara José Luiz e Edmilson Souza.

Além dos vereadores e do deputado estadual Alencar Santana, participaram das discussões líderes comunitários, como Edvan Antônio de Almeida, presidente do Centro de Defesa e Solidariedade da Vila União, e José Elpídio Teixeira Santos, presidente da Associação de Bairro da Vila União.

A vereadora também falou que pedirá reunião com a Infraero para buscar alternativas ao traçado de ligação entre o trecho Norte e o Aeroporto Internacional de Guarulhos. “Sabemos que depende da Infraero, mas queremos reduzir as desapropriações nos bairros Jardim Seródio e Haroldo Veloso”, afirmou.

Segundo a vereadora, no diálogo com a DERSA, reivindicações dos moradores que seriam atingidos pelas obras do Rodoanel Norte foram atendidas. Uma delas foi um estudo no projeto, que possibilitou ajuste no traçado da via, livrando mais de 340 imóveis de desapropriação, na Vila União.

RODOANEL NORTE

O trecho Norte do Rodoanel terá 43,86 km de extensão. Ele ligará os trechos Oeste do Rodoanel, a partir da avenida Raimundo Pereira Magalhães, antiga estrada Campinas/São Paulo (SP-332), ao trecho Leste, na intersecção com a rodovia Presidente Dutra (BR-116). O trecho Norte também prevê acesso à rodovia Fernão Dias (BR-381), mais 3,6 km de pista de acesso ao Aeroporto Internacional Franco Montoro, em Guarulhos.

O traçado apresenta vários trechos em obras de arte especiais, incluindo sete túneis, além de 111 obras de arte estruturais (pontes e viadutos). O empreendimento, que já obteve licença ambiental prévia, minimiza impactos sobre remanescentes preservados de Mata Atlântica, ao mesmo tempo reduz interferências sobre áreas de urbanização consolidada.

A execução da obra será respaldada por uma extensa série de programas e ações para mitigação e compensação de impactos, consolidadas em um Projeto Básico Ambiental, aplicável a todas as atividades durante a construção. Além de Programas de Meio Ambiente, o empreendimento prevê Programas Sociais como forma de reduzir os impactos sobre às comunidades atingidas pelas obras.

No Programa de Reassentamento, que atenderá as famílias residentes em imóveis com situação fundiária irregular, a previsão é que duas mil famílias sejam beneficiadas, com investimento de R$ 175 milhões. As famílias poderão escolher entre ser indenizadas pelas benfeitorias feitas na área ocupada ou optar por receber unidades habitacionais da CDHU, integralmente quitadas.

A DERSA assinou convênio com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU) para disponibilizar as residências às famílias, próximas ao local onde moravam. Em caso de terem de deixar o local de moradia antes do término da construção da unidade habitacional, essas famílias receberão auxílio aluguel de R$ 480,00 mensais. Nos programas sociais estão previstas ações na comunidade, como palestras, orientações e atendimento jurídico.

No Programa de Desapropriação, voltado aos imóveis em situação regular, a estimativa é que 2.100 imóveis sejam desapropriados. Estão previstos investimento de R$ R$ 494,7 milhões. Os imóveis serão avaliados e indenizados a valor de mercado.

O Rodoanel Norte será uma rodovia com quatro (entre o Rodoanel Oeste e a Fernão Dias) e três (entre a Fernão Dias e a Dutra) faixas de rolagem de 3,6 m de largura em cada pista. Canteiro central de 11m e velocidade de 100 km/h. Estima-se que pelo trecho Norte circularão diariamente 65 mil veículos, 30 mil deles, caminhões. Desse número, 17 mil serão caminhões retirados da marginal Tietê, o que possibilitará maior fluidez no tráfego local.

A fluidez dada ao tráfego em função da retirada dos caminhões da marginal Tietê também diminuirá a emissão de poluentes da ordem de 10 a 15% no trecho. Os veículos poderão melhorar sua velocidade em 20%. No trecho Norte, com velocidade aumentada e fluxo contínuo, os caminhões emitirão menos gases de efeito estufa. Por fim, os municípios também economizam, na medida em que os caminhões que migram para o anel perimetral, deixam de circular por vias municipais, reduzindo o desgaste e, consequentemente, os gastos com manutenção.

Os quatro trechos interligarão as 10 grandes rodovias que chegam à Capital: Bandeirantes (SP-348), Anhanguera (SP-330), Presidente Castello Branco (SP-280), Raposo Tavares (SP-270), Régis Bittencourt (BR-116), Imigrantes (SP-160), Anchieta (SP-150), Ayrton Senna (SP-070) e Presidente Dutra (BR-116) e Fernão Dias (BR-381).

Ao todo, o Rodoanel atravessará 19 municípios. No Oeste, São Paulo, Taboão da Serra, Embu, Cotia, Osasco, Carapicuíba, Barueri e Santana do Parnaíba; no Sul, Embu, Itapecerica da Serra, São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André, Ribeirão Pires e Mauá; no Leste, Ribeirão Pires, Mauá, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá. E, no Norte, São Paulo, Guarulhos e Arujá.

Dersa- Desenvolvimento Rodoviário S.A, 10/10/11 – 17h54min.
Fone: (11) 3702-8175 / 3702-8176 / 3702-8177
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Fonte: Rodoanel.

Trecho norte do rodoanel promete reduzir o trânsito nas marginais em 20%

Dilma Rousseff (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) assinaram convênio que pode tirar cerca de 17 mil caminhões das marginais do rios Tietê e Pinheiros

A presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinaram nesta terça-feira (13) um convênio que pode tirar cerca de 17 mil caminhões das marginais do rios Tietê e Pinheiros. O documento permitirá a construção do trecho norte do Rodoanel, uma obra que vai consumir R$ 6,51 bilhões e será entregue em novembro de 2014.

De acordo o governo do Estado, 65 mil veículos passarão pelo trecho todos dos dias, tirando 17 mil caminhões das marginais. Além de reduzir em 20% o tráfego local, a emissão de poluentes cairia entre 10% e 15%.

Para que a obra saia do papel o governo Dilma vai liberar R$ 1,72 bilhão, enquanto o Estado investirá R$ 2,79 bilhões e o Bid (Banco Interamericano de Desenvolvimento) outros R$ 2 bilhões. Somados os custos dos trechos Oeste (o primeiro a ser construído), Sul e Norte, o Rodoanel está avaliado em R$ 12,8 bilhões. O novo trecho terá a extensão de 43,86 kms, dos quais 13 kms serão túneis, que devem preservar o Parque da Cantareira, localizado na região.

A presidente lembrou que “São Paulo é uma referência de dinamismo econômico para o Brasil, e a cidade de São Paulo tem um aglomerado humano de impacto inimaginável em outros cantos do mundo”.

– Duas questões são importantes: tirar do centro o transporte de cargas é uma obrigação da nossa parte e assegurar que flua o transporte no centro é outra obrigação.

Já para o governador, “o maior beneficiado será o meio-ambiente”. Os dois governos também separaram R$ 155 milhões para remover 2000 famílias que moram na extensão do novo trecho. Eles terão de escolher entre receber uma casa popular ou uma indenização, cujo valor não foi revelado.

Hidrovia

Além de investir no Rodoanel, Dilma foi ao encontro de Alckmin na cidade de Araçatuba na manhã de hoje para repassar outros R$ 1,5 bilhão a fim de expandir a Hidrovia Tietê-Paraná. Desse total, R$ 900 milhões sairão dos cofres do governo federal por meio do PAC 2 (a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento). O restante sairá dos cofres paulistas.

Com mais de 2.400 km de extensão, a hidrovia conecta alguns dos principais Estados produtores de grãos do país: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná. Em 2010, passaram por ela 5.776 milhões de toneladas de cargas como milho, soja, óleo, madeira, carvão e adubo.

Fonte: publicado em 13/09/2011 às 17h38, Wanderley Preite Sobrinho, do R7.

Pesquisadores, urbanistas e intelectuais fazem manifesto contra o rodoanel norte

De acordo com a Dersa, responsável pelas obras, a via não vai afetar o meio ambiente

Um grupo de aproximadamente cem pessoas, entre elas pesquisadores, urbanistas e intelectuais, divulgaram, nesta quinta-feira (29), um manifesto contra a construção do rodoanel norte em São Paulo. O argumento principal dos que assinaram o texto é que as obras ameaçam a Serra da Cantareira.

“Nós, abaixo-assinados, exigimos a suspensão imediata pelo governo do estado de São Paulo dos projetos e obras para a construção do trecho norte do rodoanel, de forma a permitir uma avaliação isenta e acurada sobre a necessidade real desta obra e sobre os prejuízos sociais, econômicos e ambientais que a rodovia trará para a cidade de São Paulo. A região da Serra da Cantareira, bem como as áreas vizinhas, abrigam hoje a maior floresta urbana do mundo, sendo sua conservação fator fundamental para o controle da poluição atmosférica e para o equilíbrio térmico da cidade de São Paulo. Como parque, oferece uma alternativa para passeios de paulistanos e turistas, brasileiros e estrangeiros de todas as partes do mundo. Integra, ainda, o patrimônio cultural da cidade pelas referências históricas e arquitetônicas que conserva.”

Os manifestantes também alegam que o parque é uma alternativa de passeio a turistas, integra o patrimônio cultural da cidade e tem milhares de nascentes de água.

“Como parque, oferece uma alternativa para passeios de paulistanos e turistas, brasileiros e estrangeiros de todas as partes do mundo. Integra, ainda, o patrimônio cultural da cidade pelas referências históricas e arquitetônicas que conserva. Na região, existem milhares de nascentes de água potável – daí o nome Cantareira – que constituem um manancial estratégico para a cidade. E já no final do século 19 a região da Serra da Cantareira foi protegida pelo governo como forma de garantir o abastecimento da cidade de São Paulo.”

O manifesto será lido publicamente na segunda-feira (3), por volta das 19h, no Teatro Oficina, em São Paulo.

A Dersa, empresa responsável pelas obras do rodoanel norte, afirmou que a construção do trecho não vai afetar a serra da Cantareira. De acordo com eles, os trechos que passam pela serra serão construídos em forma de túnel para não prejudicar o meio ambiente. Ao todo serão quatro túneis passando pela serra.

A empresa ainda afirmou que todo o projeto de construção do rodoanel foi feito para preservar o meio ambiente. O traçado, segundo a Dersa, quando está fora do túnel tem uma distância mínima de 500 metros do limite da mata. A empresa garantiu que as obras não vão destruir as nascentes que existem na serra da Cantareira.

Obras

No dia 13 deste mês, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinaram um convênio que vai permitir a construção do trecho norte do rodoanel. A obra, orçada em R$ 6,51 bilhões e que será entregue em novembro, promete tirar cerca de 17 mil caminhões das marginais Tietê e Pinheiros.

De acordo o governo do Estado, 65 mil veículos passarão pelo trecho todos dos dias. Além de reduzir em 20% o tráfego local, a emissão de poluentes cairia entre 10% e 15%.

Para que a obra saia do papel o governo Dilma vai liberar R$ 1,72 bilhão, enquanto o Estado investirá R$ 2,79 bilhões e o Bid (Banco Interamericano de Desenvolvimento) outros R$ 2 bilhões. Somados os custos dos trechos oeste (o primeiro a ser construído), sul e norte, o rodoanel está avaliado em R$ 12,8 bilhões. O novo trecho terá a extensão de 43,86 kms, dos quais 13 kms serão túneis.

Fonte: noticias.r7.com, publicado em 29/09/2011 às 19h10.

Rodoanel ficará mais perto da Cantareira

Apesar de poupar as famílias, o impacto será maior na fauna e na flora – Agência Estado – AE

Pela quinta vez desde seu primeiro projeto, o Trecho Norte do Rodoanel foi modificado pelo governo do Estado. O novo traçado preserva o bairro da Vila União, em Guarulhos, que seria cortado pelo Rodoanel, mas aproxima o anel viário ainda mais da Serra da Cantareira. O impacto já preocupa ambientalistas.

Com a mudança – uma curva ao norte que circundará a Vila União -, 340 famílias do bairro deixarão de ter seus imóveis desapropriados.

A alteração foi proposta pelos moradores à prefeitura de Guarulhos em dezembro, que encaminhou a reivindicação à Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa, responsável pela obra).

Segundo o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida (PT), a proposta dos moradores poupa o bairro e o mantém integrado à cidade. Ainda assim, uma escola e um reservatório de água públicos terão de ser removidos nessa área. O Sítio da Candinha, parque natural tombado em Guarulhos, será preservado.

A mudança, segundo a Dersa, “não compromete o impacto ambiental” do anel viário nem vai encarecer o valor da obra, estimada hoje em R$ 6,1 bilhões (já 22% mais cara do que os R$ 5 bilhões previstos inicialmente).

O Trecho Norte tem 44,2 quilômetros – com sete túneis e 22 viadutos – e atravessará a Serra da Cantareira, passando pela zona norte de São Paulo, Arujá e Guarulhos. A previsão é que a obra comece em dezembro.

Preocupação

Para ambientalistas, o “projeto equivocado” do Rodoanel obriga o governo do Estado a optar entre “impactos igualmente relevantes” a cada mudança. Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, ex-integrante do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), apesar de poupar um bairro, o impacto na fauna e na flora da região será maior.

Fonte: publicado em 03/09/2011 às 11h15, noticias.r7.com.

MANIFESTO CONTRA O RODOANEL NORTE. VEJA QUEM JÁ ASSINOU.

O professor Aziz Ab’ Saber e o ator e diretor José Celso Martinez conduziram, dia 03/10/2011, no Teatro Oficina, em São Paulo, o ato de lançamento do manifesto contra o Rodoanel Norte, em Defesa da cidade de São Paulo. O documento(veja o texto abaixo), já assinado por várias personalidades, exige uma avaliação independente sobre o projeto da obra rodoviária que o governo pretende construir na região da Serra da Cantareira.

Os signatários (veja a lista abaixo) clamam pela atenção da sociedade brasileira em relação à obra e argumentam que a construção da rodovia provocará grandes prejuízos sócio-ambientais em toda a região, com a desapropriação de milhares de habitações e a destruição de uma das raras reservas urbanas de Mata Atlântica do Brasil. “O governo (do estado) e a prefeitura se negam a ouvir os cientistas, insistem em ignorar a Ciência. Essa construção vai ser uma catástrofe para a Cantareira”, declarou Ab’Saber ao comentar a insistência dos governos em dar sequência às obras do Rodoanel.

Os organizadores do evento pretendem agora ampliar o número de assinaturas, na forma de uma petição pública, e encaminhar o texto a autoridades brasileiras e internacionais da área de meio ambiente. Um dos objetivos é “congelar” o financiamento da obra até que o EIA-Rima seja avaliado por uma comissão científica independente.

Contra o Rodoanel Norte, em Defesa da cidade de São Paulo

Prof. Aziz Ab’Saber (geógrafo/ professor emérito da USP)

José Celso Martinez (assina no dia 3, em seu teatro, no evento onde será lido o Manifesto)

Bernardo Zentilli van Kilsdonk – Chile – (consultor ambiental) presidente de CODEFF – Comité Nacional Pro Defensa de la Fauna y Flora

Alcides Nogueira (dramaturgo)

Aline Meyer (sonoplasta)

Almir Sater (músico e compositor)

Andrés Bukowinski (diretor de cinema)

Anna Verônica Mautner (psicóloga e escritora)

Arieta Corrêa (atriz)

ABAP – Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas

Associação Morumbi Melhor

Berenice de Toledo Krücken Martin (advogada)

Boris Fausto (historiador)

Carlos Bartolomeu Porto Cavalcanti (publicitário)

Carlos Bocuhy – Conselheiro do Conselho Nacional do Meio Ambiente

Carlos Fernandes (construtor civil)

Celso Heredia (músico e jornalista)

Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo

Debora Bloch (atriz)

Deborah Evelyn (atriz)

Dimitri Auad – pela entidade ambientalista GPME – Grupo de Preservação dos Mananciais do Eldorado

Douglas Rizzo (cirurgião dentista)

Dulce Maia de Souza (Escola Carlito Maia) Oscip co-gestora do Parque Nacional da Serra da Bocaina

Edmundo Villani-Côrtez (compositor e professor)

Eduardo Britto (editor)

Eliane Giardini (atriz)

Evany Conceição Francheschi Sessa (jornalista) – Fundação Padre Anchieta / TV Cultura

Fabio Dib – Conselheiro do Conselho Nacional do Meio Ambiente

Fernando Benicio – Presidente da Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta – MG

Fulvio Stefanini (ator)

Geraldo Carneiro (poeta e roteirista)

Ga. José Ramos de Carvalho (gestor ambiental) pela Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM

Helena Caldeira (arquiteta – ambientalista)

Itanira Heineberg (professora – Escola Graduada de S. Paulo )

Ivaldo Bertazzo (bailarino e coreógrafo)

João Heineberg (engenheiro elétrico – presidente da International Corp)

João Whitaker (arquiteto-urbanista)

Jorge Takla (ator)

Juliana Peixoto (Gerente administrativa CPV Medicina Unidade Pinheiros)

Léa Corrêa Pinto (ambientalista)

Lisiane Becker – Conselheira do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)

Luiz Mourão de Sá – Conselheiro do Conselho Nacional do Meio Ambiente

Luiz Carlos Barros Bettarello (médico homeopata)

Luiz Melodia (cantor e compositor)

Malcolm Forest (cantor, tradutor)

Marco Nanini (ator)

Margareth Fiorini (escritora)

Maria Cristina Greco (advogada)

Maria Lília Gomes de Leão (advogada)

Mauro Wilken – Conselheiro do Conselho Nacional do Meio Ambiente

Mauro Leonel – (Prof. da EACH/USP, Prof. Associado Livre-Docente e das Pós-Graduações América Latina PROLAM e Estudos Culturais/EACH).

Grupo de Pesquisa IAMÁ – Instituto de Antropologia e Meio-Ambiente, Anthropological and Environment Institute

Mauro Wilken – Conselheiro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)

Monica Becker F. Rizzo (paisagista)

Paulo de Mello Bastos (arquiteto)

Plínio Arruda Sampaio (intelectual e político, diretor do semanário Correio da Cidadania). presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária – ABRA

Raquel Rolnik – (urbanista, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e relatora especial da Organização das Nações Unidas para o direito à moradia adequada)

Richard Sippli (estudante )

Rodolfo Geiser (engenheiro agrônomo e paisagista)

Sindicato dos Arquitetos de SP – Arqtª/Urb. Áurea Mazzetti Diretora do SASP- Membro do CMPU/SP e da CEArq-Câmara Especil de Arquitetura do CREA/SP

Sonia Maria Pontes Barroso (jornalista)

Tania Henriqueta Lotto (advogada)

Tato Gabus Mendes (ator)

Wagner Giron de la Torre – (defensor público) – ACP
Ambiental, da Defensoria Pública do Estado

Fonte: Portogente (site).
(Assessoria de Imprensa do movimento, texto publicado em 04 de Outubro de 2011 – 17h49)