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OLÁ MUNDO!

FSM4

Prezados Senhores (as):

Primeiramente parabéns ao BID – BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO que vai financiar parte dessa obra, por ser exigente, transparente e pedir mais informações ao Brasil sobre esse empreendimento.

O TRECHO NORTE DO RODOANEL MÁRIO COVAS, é o mais polêmico de todos. Serão desmatados 100 hectares, haverá desapropriação de cerca de 4000 famílias, em torno de 10000 pessoas, e além disso passará por 100 nascentes de uma só vez. Os animais serão espantados com buzinas e assobios. Será um adeus ao ecossistema da Serra da Cantareira, zona norte da cidade de São Paulo.

Rodoanel Mario Covas na Região Metropolitana de São Paulo: em azul escuro o traçado trecho sul que corta áreas de mananciais. Em amarelo, a alça oeste. Em vermelho o trecho norte, o mais polêmico de todos os trechos do Rodoanel, atualmente em processo licitatório. Em azul claro o trecho leste do Rodoanel.
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Visite meu blog: http://serradacantareira190859.wordpress.com/
em defesa da Serra da Cantareira, zona norte do Estado de Sao Paulo, Brasil. “Trata-se da maior floresta urbana úmida do mundo, tombada pela UNESCO, patrimônio da humanidade e protegida pelo art. 225 da CF/88”.

Fonte: Conceição Aparecida Santos, responsável por este BLOG.

🐯📊 – ESTATÍSTICAS PARA MEU BLOG: SERRA DA CANTAREIRA HOJE – RESUMO ANUAL – OS NÚMEROS DE 2012 – ESTATÍSTICAS DO WORDPRESS.COM

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 19.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 4 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo

Rodoanel norte atrasa 15 meses. Início das obras, que seria assinado ontem, 27/12/12, foi adiado porque o BID pediu mais esclarecimentos.

O trecho norte do Rodoanel Mário Covas, maior obra viária do país e vitrine do governo Geraldo Alckmin (PSDB), vai ter um atraso mínimo de 15 meses em relação ao cronograma inicial (novembro de 2014) e não ficará pronto nesta gestão. A previsão agora é que a nova estrada só seja inaugurada em fevereiro de 2016.

Estava prevista para ontem a assinatura para o início das obras, mas a Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.) não terminou a tempo o processo licitatório. De acordo com o presidente da empresa, Laurence Casagrande Lourenço, o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que financia parte da obra, pediu esclarecimentos antes do anúncio do vencedor da licitação. “Tenho de admitir que estamos sofrendo pela inexperiência em lidar com esse modelo de licitação, o modelo do BID”, disse Lourenço, sobre a possibilidade de empresas estrangeiras concorrerem na licitação, o que acontece pela primeira vez em uma obra desse tipo no estado.

Esse não foi o primeiro atraso no cronograma. Em dezembro de 2011 o processo foi paralisado em função de uma medida cautelar que mandou suspender a fase de pré-qualificação dos concorrentes. As empresas alegaram que as exigências eram excessivas.

Em maio deste ano o governo anunciou que levaria cerca de dois meses para a análise dos documentos recebidos na pré-qualificação, mas essa etapa se estendeu até setembro e, por conta de recursos, só foi concluída em novembro. Foram 60 propostas, cada uma com mais de mil páginas, diz a Dersa.

Fonte: http://www.redebomdia.com.br – 28/12/12
por FERNANDO GRANATO

Traçado e desapropriações para a construção do Rodoanel e Ferroanel ainda não estão definidos

Enquanto o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciava, na última quinta-feira (22), a assinatura de contrato com o DNIT para a construção do Rodoanel e Ferroanel ao norte da capital paulista, os moradores dos bairros que serão cortados pela obra continuam sem informações sobre o traçado definitivo e o número de desapropriações.

Não há informações sobre o local exato onde a obra será construída, nem sobre quantas famílias serão afetadas pela obra. A afirmação é do próprio presidente do Dersa, Laurence Casagrande Lourenço, que no final do mês passado esteve reunido com empresários na sede da Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos.

Os cálculos divulgados apontam que o Rodoanel vai tirar de seus lares cerca de 2.500 famílias, ou seja, mais de 10 mil pessoas que, até agora, não sabem para onde serão removidas. Moradores da área envolvida – vários bairros da zona norte da capital e do município de Guarulhos – estão revoltados com a situação de insegurança do projeto.

Para o vereador José Américo Dias (reeleito pelo PT), a postura do governo do estado é autoritária e desrespeita a população atingida, que fica à mercê de um improviso. O vereador avalia que a obra do Rodoanel Norte irá desalojar entre 6 mil e 10 mil famílias. “O Dersa tem um cálculo menor porque suas estimativas são feitas a partir de fotos aéreas, que não permitem ver os vários pavimentos de cada imóvel”, explica. E lembra que nos trechos Oeste e Sul “o governo do Estado começou bem o atendimento social às famílias atingidas, mas gradativamente foi reduzindo a qualidade do trabalho de assistência e das indenizações”.

Traçado fora da lei

Já com relação ao traçado, embora o projeto já tenha o licenciamento ambiental, a falta de informações também é preocupante. É o que se depreende desta outra declaração de Lourenço na mesma reunião, em Guarulhos: “Existem uma série de ajustes locais que vão sendo construídos ao longo da obra. Então não é que não queremos divulgar, mas simplesmente porque isso vai sendo discutido e acertado ao longo da construção”, ressalvou o presidente do Dersa.

José Américo tem outra avaliação: “O Dersa não pode divulgar o traçado definitivo para se resguardar das mobilizações dos atingidos e, principalmente, de ações judiciais, já que o trecho norte do Rodoanel desrespeita as normas do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e do Plano Diretor de São Paulo. Uma rodovia classe zero não pode passar a menos de 20 km do centro da cidade e o Rodoanel Norte está a menos de 11 km…É uma obra inteiramente ilegal, porque fere as legislações federal e municipal”, conclui José Américo.

Segundo o engenheiro Mauro Victor, conselheiro do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), “não existe controle social” da obra do Rodoanel. Para o ambientalista, “o solo urbano virou uma commodity, na qual o Plano Diretor e o interesse público não prevalecem”.

Fonte: http://valenews.com.br