Vereadores Precisam Ouvir a População: Presença Não é Favor, é Dever
Participei no dia 21/03 e, lamentavelmente, nenhum vereador esteve presente. Em um momento em que a população busca, cada vez mais, ser ouvida, a ausência daqueles que foram eleitos para representá-la não apenas causa estranheza, mas também indignação. Espaços criados para o diálogo direto com o povo não podem ser ignorados.
Eventos públicos, reuniões abertas e iniciativas como a “Câmara na Rua” não são apenas agendas institucionais. São, na prática, uma das maiores e melhores oportunidades para que os representantes eleitos conheçam de perto as reais demandas da população. É ali, no contato direto, que surgem as necessidades urgentes, os problemas do dia a dia e também as sugestões de quem vive a cidade.
Diante disso, é necessário fazer um convite mas também uma cobrança.
Convidamos todos os vereadores a participarem ativamente desses encontros. Mais do que presença física, espera-se escuta, diálogo e compromisso. Afinal, quem foi eleito para representar o povo precisa estar onde o povo está.
A ausência nesses espaços levanta um questionamento importante: como legislar sobre as necessidades da população sem ouvi-la diretamente?
A população não pode ser lembrada apenas em períodos eleitorais. O mandato é contínuo, e a responsabilidade de ouvir, acolher e agir também deve ser.
Fica aqui o chamado: que os vereadores assumam, de forma ativa, o seu papel. Estar presente, ouvir e dar respostas concretas não é um favor — é obrigação.
A cidade precisa de representantes que caminhem junto com o povo, não à distância.
Vereadores
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