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02/04/2014 – Falta de chuvas antecipa para julho previsão de 'colapso' no Cantareira. No pior cenário de estiagem, estimativa anterior citava 'final de agosto'. Sistema abastece a Grande SP e as regiões de Piracicaba e Campinas.

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Bancos de areia no leito do Rio Piracicaba voltaram a surgir em trecho urbano (Foto: Camila Ancona/G1)

A estiagem atípica registrada no primeiro trimestre antecipou do fim de agosto para meados de julho a previsão de “colapso” no Sistema Cantareira, que abastece a Grande São Paulo e as regiões de Piracicaba e Campinas, no interior do estado, aponta um novo estudo do Grupo Técnico de Assessoramento para Gestão (GTAG) do Cantareira.

Em fevereiro, a previsão era que o volume útil das represas se esgotaria no final de agosto, no cenário mais pessimista de falta de chuvas. Agora, usando as mesmas condições, a estimativa é que a água acabe já em julho, forçando a retirada, a partir de então, do chamado “volume morto”, que necessita de bombeamento para ser captado.

O relatório do GTAG é assinado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), pela Agência Nacional de Águas (ANA), pelos comitês das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) e das Bacias do Alto Tietê, e pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), após uma reunião realizada na sexta-feira (28).

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Nível do Sistema Cantareira teve novo recorde
negativo (Foto: Luis Moura/Estadão Conteúdo)

O comunicado recomenda, ainda, que a ANA e o Daee apoiem o Comitê PCJ a estabelecer planos de contingência para a operação dos sistemas municipais de abastecimento nas cidades que dependem do Sistema Cantareira. O nível dos reservatórios chegou a 13,8% na última semana e, pela primeira vez na história, atingiu um volume acumulado menor que 14%.

O Consórcio PCJ propôs na segunda-feira (31) metas de redução de consumo de água de até 50% para a “sobrevivência” do Cantareira. Segundo cálculos do órgão, metade da água da Grande São Paulo depende desse sistema e, com a economia proposta, a região não precisaria se abastecer dele temporariamente, durante o período de estiagem.

Procurado na terça-feira (1°) para comentar a recomendação, o Daee relatou que suas deliberações estão inseridas no comunicado do GTAG. Já a ANA, também via assessoria, informou que se pronunciará apenas após o final das negociações entre os governos paulista e fluminense para cooperação hídrica.

Vazão mensal

A vazão média mensal de retirada de água do Sistema Cantareira é de 27,8 metros cúbicos por segundo, ou seja, 24.800 litros por segundo para abastecimento da Grande São Paulo e 3 mil litros por segundo para descarregamento nas Bacias PCJ, valores correspondentes às prioridades primárias das duas regiões, de acordo com o GTAG.

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Homens ‘entram’ no Rio Piracicaba para pescar:
vazão apresentou baixa (Foto: Camila Ancona/G1)

No último final de semana, a profundidade e a vazão do Rio Piracicaba em um trecho urbano da cidade voltaram a baixar após a melhora observada no início de março, o que fez com que bancos de areia no leito no manancial voltassem a aparecer. E a previsão para os próximos dois meses não indica um volume expressivo de chuvas, o que pode piorar ainda mais a situação.

Pouca chuva

Segundo a Somar Meteorologia, há estimativa de 30 milímetros de chuva na área do Sistema Cantareira nos próximos 15 dias, quantidade que não deve ser suficiente para elevar o nível dos reservatórios.

“O mês [de abril] será caracterizado pela diminuição de chuvas no Sudeste. Na primeira semana, a passagem de uma frente fria traz chuva razoável, mas na segunda quinzena não há previsão de chuva significativa na maior parte da região. A previsão até mostra episódios de chuva ao longo de maio, mas sem altos volumes de água. A tendência é que o Cantareira fique ainda mais seco no próximo mês”, informou o instituto.

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Fonte: Do G1 Piracicaba e Região.

2ª parte – 06/03/2014 – RODOANEL TRECHO NORTE – SABESP. – Já não há meio ambiente… Mas preservemos o terço de ambiente que nos resta. Veríssimo Andrade.

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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.
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Foto: Conceição Aparecida Santos, 06/03/14, Trecho Norte, SABESP.

02/06/13 – Lembram-se dessa casinha na entrada do clube da SABESP? Pois é, sinto dizer, mas o trecho norte do Rodoanel Mário Covas passou por cima dela.

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Foto: Conceição Aparecida Santos.
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Foto: Conceição Aparecida Santos.
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Foto: Conceição Aparecida Santos.
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Foto: Conceição Aparecida Santos.
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Foto: Conceição Aparecida Santos.
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Foto: Conceição Aparecida Santos.

Sábado, 23 de fevereiro de 2014, RODOANEL Trecho Norte, Clube da SABESP, zona norte da cidade de São Paulo, Brasil. Reitero. "As florestas por si próprias, não podem entrar na justiça pelo desmatamento e desmatadores, isso deve acontecer a partir de nós." (Samuel Jadson)

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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida Santos.
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Fotos: RODOANEL, SABESP, 23/02/2014, crédito de Conceição Aparecida santos.

Obras do RODOANEL Norte podem gerar impactos negativos no nível de água do reservatório do Sistema Cantareira? O reservatório de água do Sistema Cantareira, localizado em Guarulhos, responsável pelo abastecimento à cerca de oito milhões de pessoas na Grande São Paulo, registrou seu pior índice nos últimos dez anos. Por meio de comunicado, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) informou que há no reservatório apenas 23% da capacidade total de água, nível considerado muito ruim. A Companhia também informou que a quantidade de água no Sistema Cantareira tem diminuído consideravelmente nos últimos anos. Em 2011, o nível de água era de 94,3%; em 2012, de 74,8%; e em 2013, de 52,3%. Com o início das obras do Rodoanel Norte, algumas nascentes de água da região serão prejudicadas. Onde estas nascentes estão localizadas? O mapa inédito de uso de solo do município de Guarulhos, resultado do projeto de pesquisa “Bases Geoambientais de Guarulhos”, realizado pela UnG, que aborda aspectos geoambientais, como o relevo, a geologia, os solos, as bacias hidrográficas entre outros, pode servir como base para entendimento do nível crítico do reservatório Cantareira? As medidas compensatórias previstas pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário) para combater o impacto ambiental das obras já estão em andamento? Serão suficientes?

Fonte: http://www.segs.com.br/categoria-veiculos/147260–obras-do-rodoanel-norte-podem-gerar-impactos-negativos-no-nivel-de-agua-do-reservatorio-do-sistema-cantareira.html